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sra ilza

A imagem registra o momento em que a sra. Ilza, uma moradora de Maringá, questiona o funcionário da Prefeitura responsável pelo contrato com a TCCC. Ela reclama das mudanças que pioraram ainda mais o transporte coletivo, como o valor da tarifa, o aumento do tempo de espera e as linhas que foram excluídas.

A segunda votação do projeto enviado pelo prefeito concedendo isenção total do ISSQN para a TCCC foi muito parecida com a primeira. Novamente foram 10 votos favoráveis, incluindo o do presidente da Casa que só é obrigado a votar em caso de empate. O vereador Humberto Henrique (PT) e mais quatro parlamentares votaram contra e voltaram a criticar a falta de transparência e os problemas do sistema de transporte público da cidade.

Com 10 votos favoráveis e 4 contrários, os vereadores aprovaram, em primeira discussão, o projeto de lei 1534/2015 enviado pelo prefeito concedendo isenção total do ISSQN para a TCCC. O vereador Humberto Henrique (PT) votou contra a proposta e criticou a concessão de mais benefícios para a empresa sem melhorias para os usuários do transporte coletivo.

Nesta quarta-feira (1º), a Comissão Especial de Estudos sobre a Coleta de Resíduos, da Câmara Municipal de Maringá, promoveu a quinta reunião do grupo e ouviu Solange Marega, vice-presidente do Sismmar. Segundo ela, a coleta de lixo não é tratada como prioridade pela administração municipal reforçando a suspeita da intenção de privatizar o serviço.

O vereador Humberto Henrique (PT) criticou a entrevista para a Rádio CBN em que o prefeito de Maringá alega que entidades contrárias a implantação da parceria público-privada (PPP) para coleta, tratamento e destinação final do lixo não teriam apresentado solução para o problema. Segundo o vereador, o prefeito negou-se atender as sugestões feitas pela Igreja Católica, Observatório Social e Fórum Lixo e Cidadania e, mais uma vez, está tentando confundir a população.

Depois de meses alegando que o processo de privatização bilionário destinado a coleta, tratamento e  destinação final do lixo estava dentro da lei, o prefeito de Maringá reconheceu irregularidades no projeto. Hoje foi confirmada a sanção da lei proposta pelo vereador Humberto Henrique (PT) que revoga a autorização dada ao prefeito para formalizar a parceria público-privada.


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