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A Prefeitura de Maringá já gastou este ano quase um milhão de reais para sediar jogos de voleibol na cidade. Enquanto empresas recebem do município para usar as melhores quadras públicas da cidade e promover seus negócios, quem mora aqui tem que tirar dinheiro do bolso para praticar esporte em quadras mal conservadas dos centros esportivos. Para investigar essa cobrança, um requerimento do vereador Humberto Henrique (PT) foi aprovado pela Câmara Municipal.

Por não reduzir a tarifa do transporte coletivo e ignorar as recomendações da CPI que apurou irregularidades no sistema, o prefeito de Maringá poderá perder o cargo. Um requerimento pedindo instalação de uma comissão processante foi protocolado na Câmara Municipal na tarde de hoje (5).

A Câmara Municipal aprovou em segunda discussão o projeto de lei enviado pelo Poder Executivo renovando a isenção de ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) em favor da empresa que explora o sistema de transporte coletivo da cidade. O vereador Humberto Henrique (PT) votou contra a proposta e garante que a medida só vai aumentar os lucros da empresa e não vai beneficiar o usuário.

Mais do que os projetos em pauta, o que ganhou elogios na sessão itinerante da Câmara Municipal, realizada no Jardim América, foi o discurso do padre Dirceu Alves do Nascimento, pároco na Igreja Nossa Senhora da Liberdade. “O vereador que, simplesmente, se alia ao prefeito, sem uma posição critica e sem defender, de fato, o povo, se torna infiel, se corrompe e não mais representa sua base, seu povo,” lamentou o sacerdote que, ao concluir sua reflexão, foi aplaudido pelos moradores que acompanhavam a reunião dos vereadores. Confira a íntegra.

A promessa foi de uma semana, mas já se passaram mais de 75 dias e a Administração de Maringá ainda não enviou aos vereadores os estudos do projeto que anunciou para coleta e destinação do lixo da cidade. Para cobrar a promessa e analisar a proposta, um requerimento de autoria do vereador Humberto Henrique (PT) foi aprovado pela Câmara Municipal nesta terça-feira (3).

A reunião entre vereadores e representantes da Prefeitura, realizada ontem (2) na Câmara Municipal, trouxe mais uma descoberta sobre o alto preço da tarifa do transporte coletivo em Maringá. Segundo o vereador Humberto Henrique (PT), o usuário pagou três vezes mais pelo custo real da integração. A diferença aponta que o aumento foi R$ 0,11 maior do que o valor divulgado pelo prefeito no último domingo.

O vereador Humberto Henrique (PT) é contra a isenção do ISS (Imposto Sobre Serviços) para empresa concessionária do transporte coletivo de Maringá. Segundo ele a proposta do prefeito só vai aumentar os lucros da empresa e não vai beneficiar o usuário. Um projeto propondo renovar a isenção por mais 12 meses será votado hoje (3) na Câmara.

O descumprimento do relatório da CPI do Transporte Coletivo, a omissão de informações sobre o custo da integração e o aumento na tarifa tem feito ganhar força a possibilidade de uma Comissão Processante contra o prefeito de Maringá. O vereador Humberto Henrique (PT) defende a proposta que, segundo ele, pode ser o último recurso dos vereadores para que o Legislativo e a população sejam respeitados, caso o Prefeito queira aumentar a tarifa novamente.

Mais uma vez a tarifa do transporte coletivo de Maringá é uma das mais altas do Paraná. Mais uma vez o prefeito de Maringá exerce seu poder em benefício da empresa concessionária, contra o interesse público. Com a CPI do Transporte Coletivo, a Câmara Municipal abriu a “caixa preta” e comprovou o que os usuários já diziam: a tarifa é cara e o serviço é ruim. Ao invés de aumento, o prefeito deveria ter aplicado hoje (1º) uma redução de R$ 0,20 na passagem.


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